Nos dias de hoje, imaginação e a criatividade suplantam a inteligência?!
Arte fractal feita por Ronald Souza, 3º semestre de Comunicação Social.
Criatividade, inteligência e tecnologia de mãos dadas.
Na aula do dia 30/04, a discussão foi em torno da pergunta acima, e muito foi questionado sobre isso. Foram dados exemplos de pessoas que com criatividade e esperteza tiveram sucesso profissional, mesmo sem sequer terem pisado na faculdade, e também dos óbvios estudantes que estão num local de aprendizado, mas não fazem desta situação uma oportunidade de se aprofundarem e se destacarem nos seus interesses.
Durante todo esse tempo em que, em sala de aula, foi discutido o poder que a inteligência, em prol da tecnologia e evolução, foi substituindo a força braçal, puderam-se observar quantas inovações foram possíveis graças a inteligência e estudo de grandes especialistas, que conseguiram criar armas poderosas de guerra e também diminuir consideravelmente o tamanho de um computador, trazendo assim novas possibilidades ao longo desse tempo em que o conhecimento passou de importante para imprescindível.
Estudando sobre cientistas e os grandes estudiosos ao longo da matéria Oficina de Informática e Telemática, foi constatado que inteligência é o grande diferencial para que um homem se torne especializado e influente (em especial em sua própria área), mas parando para pensar e questionando todos os processos ocorridos na história, uma certeza fica clara: o poder de inventividade não vem apenas do conhecimento adquirido, criatividade pode ser algo inato; uma aluna da minha sala de 1º semestre disse: “inteligência é a capacidade de resolver problemas.” E a inventividade foi capaz, através de todas as tecnologias, de resolver pelo menos alguns dos problemas da sociedade, exibindo a grande importância de ter uma mente aberta e criativa a novas possibilidades.
Concluindo, pode-se apenas dizer que: criatividade é um diferencial, mas um diferencial maior ainda é ter embalada à criatividade a inteligência e o conhecimento. Ter a mente aberta não é apenas pensar “fora da caixa”, é saber o que se encontra nela, isto é, ter as ferramentas necessárias e saber a necessidade de cada uma delas. Sem a inteligência oriunda do conhecimento adquirido, é possível fazer grandes obras em termo de vida profissional, mas isso é do ponto de vista apenas individual. Mudanças como os exemplos citados em sala de aula ocorreram através de homens muito criativos, mas homens também capazes de entender a importância do conhecimento, e a importância de associar a inventividade, algo totalmente pessoal, ao conhecimento, disponível a quem se dispor.
